Mudança de Hábito

"Atitude é uma pequena coisa que faz uma grande diferença" (Clarice Lispector)

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15/05/2013

Descarte correto de medicamentos


        Uma coisa é certa: jogar medicamentos no lixo comum ou no esgoto é um risco para o meio ambiente e para a saúde. pois poluem o solo e a água trazendo riscos para toda população. 
        Os remédios devem ser descartados nos postos de coleta e, após o recolhimento, esses medicamentos devem ser incinerados, ou seja, deve ocorrer a queima desse material em fornos ou usinas próprias. Logo após, esse material que foi queimado é levado para o aterro sanitário e com esse processo  é reduzido o volume de resíduos.


     Em Sertãozinho a farmácia Droga Raia é um ponto de coleta desses remédios vencidos e fica na rua Barão do Rio Branco, 1101.
Grupo Árvores, 3ºC


04/05/2013

Recordar: III Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente

Neste ano acontece a IV Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente direcionada a alunos do Ensino Fundamental. A Escola Balardin já marcou presença na história do evento em 2008, na  III Conferência, quando a aluna Mirna representou o Estado de São Paulo em Brasília. Leia a notícia da época.

Reconheceram o lugar? Sim, é mesmo a  Escola Balardin.

Mirna, 14, joia rara

Antonio, soldador, e Dilce, confeiteira, moram em Sertãozinho, interior de São Paulo. Há dois anos o casal reside com mais de cem famílias no assentamento sem-teto que ocupa um antigo galpão do INSS e vai virar moradia popular. Desempregados, vivem de “bicos”. “Ou a gente voltava pra nossa terra no Maranhão, ou ficava aqui”, explica Dilce, que apesar do sufoco está animada com tempos melhores. Um dos motivos é Mirna, 14 anos, uma das filhas, de voz doce e fala articulada, que levanta às 5h30 da manhã para tomar o ônibus às 6h20 até a escola estadual onde cursa a 8ª série. “Sempre foi muito estudiosa e esforçada. Quer ser engenheira mecatrônica”, diz a mãe, que ficou surpresa com o desejo da filha.
Mirna representou São Paulo na III Conferência Nacional Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente em Brasília, em 2008. Antes foi preciso vencer centenas de adolescentes na seleção regional e estadual com dois projetos: a horta comunitária e a casa de caixas de leite. A horta reverte parte da produção para a merenda escolar e outra para a comercialização na comunidade. Já a casa abriga uma sala de jogos de ciências e matemática. “São dois projetos coletivos, mas fui a selecionada para representar e fiquei muito feliz”, revela.
Em 2006, recebeu menção honrosa na Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas do Estado de São Paulo, comemorada ao som de violino e trompete, que também toca com desenvoltura. No computador que ganhou para os estudos falta o acesso à internet. “Faço os trabalhos na lan house e não dá pra ir sempre. Não importa de onde você veio, tem que fazer para merecer. Vou ser engenheira.”
Foto de Lucas Mamede. Texto de Thiago Domenici,
publicado originalmente em 07/10/2009, em

Para saber mais sobre a Conferência que acontece em 2013, clique aqui.

Veja o vídeo para entender melhor.

2011 a 2013 - O que mudou?

        Em 2011, os alunos que hoje estão no 3º ano do Ensino Médio, realizaram pesquisas com o tema Água, um desafio urbano para o 6º Concurso Literário da Água de Sertãozinho. As reportagens ficaram no site da escola e agora foram resgatadas para sabermos o que mudou e o que continua igual em relação aos cuidados com o meio ambiente em nosso município.

Leia os textos de 2011:

O que mudou?


        De acordo com as reportagens, no ano de 2011,  havia muitos problemas na cidade que necessitavam de supervisão e melhoria. Um dos problemas que vale destaque é o do Córrego Sul, localizado na Avenida Antonio Paschoal, que trazia muitos problemas aos comerciantes devido às enchentes que ocorriam nos dias chuvosos. A resolução desse problema seria aumentar a passagem do córrego, que foi prometido para aquele ano mesmo (2011), porém as obras só começaram agora no ano de 2013.


          Outro assunto que vale lembrar é o selo Verde Azul, que em 2010 (ano da avaliação) Sertãozinho não tinha e sua classificação no ranking do Estado de São Paulo era o 453° lugar. Depois, conseguimos o selo em 2011 com o 45º e em 2012 o município caiu na classificação; conseguimos o selo, mas fomos para 52° lugar. De acordo com a entrevista feita com o Secretário do Meio Ambiente pelo grupo Samambaias, nos próximos anos essa  classificação deve mudar, colocando a cidade em um nível melhor de cuidados com o meio ambiente. Vamos esperar para ver o  resultado.
       Analisando no geral, Sertãozinho ainda precisa de muito trabalho, mas já está começando a melhorar.

Grupo Flores - 3ºC

03/05/2013

SUPERAÇÃO com a Terra Cycle

         O projeto Terra Cycle é uma ação ambiental que coleta embalagens de diversos produto que são enviadas em remessas pelos Correios.  O projeto é patrocinado por empresas que se preocupam com o meio ambiente e respondem com essa ação em parceria. As embalagens  são reaproveitadas ou encaminhadas para a reciclagem.
        A Escola Balardin participa desde 2010 com a ajuda do Prof. Marcos Rodrigo (Filosofia). No ano de 2013 os terceiros anos estão colaborando divididos em grupos, cada um cuidando de uma brigada, ou seja, cada grupo ficou responsável pelo recolhimento de um tipo de embalagem: suco,  shampoo, margarina, creme dental e instrumentos de escrita. O material é  enviado para o projeto pelo correio gratuitamente. Cada embalagem equivale a 2 pontos,  que corresponde a R$0,02, o cálculo é feito pelo peso da remessa. 

       São os alunos, coordenados pelo Prof. Marcos Rodrigo, que decidem para que instituição será doado o valor arrecadado. Até 2012 a doação era feita para o Asilo São Vicente de Paulo. Em 2013, os alunos decidiram ajudar o orfanato Casa Abrigo Nosso Lar.

       Com o empenho dos grupos no 1º bimestre, juntos conseguimos retirar aproximadamente 15 kg de  embalagens da natureza, deixando de enviar esses resíduos para o aterro sanitário e transformando o que seria lixo em R$41,83. Sabemos que é pouco, mas estamos fazendo a nossa parte.



Embalagens e valores arrecadados

* Instrumentos de escrita
484 lápis e canetas = R$9,68.

* Embalagens de suco.
1125 embalagens. = R$22,50

* Creme e escovas dentais
73 produtos = R$1,46

* Embalagens de shampoo
323 unidades = R$6,47


* Potes de margarina
86 unidades = R$ 1,72

Grupo Clorofilados - 3ºB





30/04/2013

Escola Verde Azul

         Durante o 1° bimestre foram realizados vários trabalhos sobre o meio ambiente impulsionados pelo blog Mudança de Hábito, no qual os grupos dos 3° anos realizaram atividades sobre o tema. O projeto foi importante para que todos da Escola Balardin, tomassem atitudes que realmente mudem a situação do meio ambiente.
          Com isso, até o secretario do meio ambiente, Carlos Alexandre Ribeiro Gomes, veio pessoalmente à escola e resolveu uma questão que deveria ter sido resolvida há tempos: a coleta seletiva na escola. Ele nos ofereceu um caminhão de coleta para passar toda segunda-feira recolhendo o material reciclável. Quem quiser colaborar com o projeto, é só depositar o lixo em um saco (bag) que fica no corredor que dá acesso às salas do fundo. 
        Fizemos também arrecadação de papéis usados que foram trocados na papelaria Kalunga, em Ribeirão Preto, por folhas sulfites: 237 pacotes com 100 unidades. Só os alunos dos 3° anos conseguiram arrecadar e enviar para a reciclagem aproximadamente 683 kg de papel, evitando o corte de 13 árvores.
         Além disso, aprendemos a descartar pilhas, lixo eletrônico, remédios e óleo usado entregando em lugares que dão um fim adequado a eles. Essas atividades ajudaram em parte, a minimizar os problemas causados pela falta de conhecimento das pessoas, que muitas vezes deixam a desejar em relação ao lixo que produzem. Com a ajuda de todos podemos reverter a situação atual, pois o meio ambiente pede socorro. 
                                                                                                                 

Grupo Mandrágoras - 3ºB
Texto para publicação no Balardin Informativo

Ipê amarelo da escola em época de florada. Árvore símbolo do Brasil e do município de Sertãozinho.
Que sua beleza nos inspire a cuidar melhor da natureza.

28/04/2013

Descarte consciente de remédios

O que é feito com remédios vencidos na sua casa?

Você conhece os efeitos nocivos que o descarte inadequado provocam no meio ambiente?



Qual é forma correta de descartar esses resíduos?




Para saber mais acesse Descarte Consciente.

Atividade Coletiva 5: Todos os grupos farão a limpeza das farmacinhas domésticas para separar os medicamentos vencidos e trazê-los para a escola de onde encaminharemos para o descarte adequado.

Resultado da atividade.

Rio +20

Discurso do presidente do Uruguai, Mujica, no Rio +20.

22/04/2013

Água, um desafio urbano I.

       A reportagem abaixo foi produzida em 2011, pelos alunos do 1º ano do Ensino Médio da EE Anna Passamonti Balardin para o 6º Concurso Literário da Água de Sertãozinho. Hoje esses alunos  estão concluindo o EM, mas antes de nos deixarem vamos rever o texto e avaliar o que mudou nos últimos dois anos.

Caminho das águas sertanezinas

De onde vem nossa água?

Do Aquífero Guarani, que é a segunda maior reserva subterrânea de água doce do mundo.

A maior parte 70% ou 840mil km² da área ocupada pelo aquífero, cerca de 1,2 milhões de km² está no subsolo do centro-sudeste do Brasil inclusive toda Sertãozinho, por isso; “Nossa água é de melhor qualidade, pois estamos em cima do Aquífero guarani” diz o Secretário do Meio Ambiente do município, Sebastião Macedo. Essa água de qualidade chega a cada casa através dos poços artesianos sob a responsabilidade do SAEMAS (empresa privada de distribuição de água).


Como está sendo utilizada?

É utilizada por toda a população em várias atividades do dia a dia. Logo após essa utilização ela segue por meio de tubos subterrâneos para o córrego Sul. Ao ser despejada como esgoto, e juntando-se com as águas das chuvas que vem desde proximidades do “Vale do Sol”, acaba gerando uma super acumulação e em consequência o transbordamento dessas águas invadindo casas e comércios das proximidades do córrego.

A cada forte temporal, a cidade sofre com o alagamento da Av. Antônio Paschoal, principalmente nas proximidades do Savegnago Loja2. Comerciantes e moradores da região relatam que em poucos minutos de chuva forte ocorre o alagamento.

A medida apresentada como solução deste problema já foi aprovada e terá início no 2º semestre de 2011. O município foi incluído no programa do governo (PAC2) com a finalidade de dar início à obra de aprofundar e alargar o córrego Sul, além da construção de barragem e canalização como forma de contenção das águas das chuvas desde antes do início da cidade.

Para onde vai a água depois de utilizada?

Logo após esta água passar pelo córrego ela irá desembocar no Rio Mogi - Guaçu, que é um dos rios que cerca a cidade. Este rio nasce em Minas Gerais na serra da Mantiqueira, há 1.650m de altitude e suas águas percorrem cerca de 470m de altitude no Rio Mogi em alguns trechos próximos ao município. Em Pontal, as águas do Rio Mogi – Guaçu se unem com as águas do Rio Pardo apresentando duas cores diferentes: do

Rio Mogi – Guaçu, mais clara, com as águas do Rio Pardo, mais escura, muito semelhante ao encontro dos rios Solimões e Negro.

Este é o caminho percorrido pela água em nossa cidade. Ainda há muita coisa para melhorar, principalmente no que se refere à rede de esgoto, ou seja, à nossa responsabilidade em retribuir à natureza o mesmo respeito que ela nos oferece, pois temos o privilégio de ter essa água maravilhosa.


EE Anna Passamonti Balardin

1º ano D – Ensino Médio

Água, um desafio urbano II

           A reportagem abaixo foi produzida em 2011, pelos alunos do 1º ano do Ensino Médio da EE Anna Passamonti Balardin para o 6º Concurso Literário da Água de Sertãozinho. Hoje esses alunos  estão concluindo o EM, mas antes de nos deixarem vamos rever o texto e avaliar o que mudou nos últimos dois anos.

Município Verde Azul
Por que Sertãozinho não tem o selo?


     O governo de São Paulo lançou em 2007, o selo Município Verde Azul, um projeto ambiental inovador da Secretaria de Meio Ambiente do Estado que tem como objetivo fazer com que os municípios gerenciem seus recursos naturais, criando políticas próprias. Assim o Governo estadual e o municipal trabalham com o mesmo objetivo, pois sem a participação do poder público local, não se vence o enorme desafio do aquecimento da Terra.
          O governo estadual passou a ter os municípios como fortes parceiros. A participação de 645 municípios do Estado de São Paulo se deu a partir da assinatura de um ‘protocolo de intenções’ que propõe dez diretivas ambientais. A adesão é voluntária e o protocolo foi assinado por 614 municípios paulistas.
        As diretivas, visam a conscientização, a informação e o esclarecimento da população, buscando uma participação ativa da sociedade. São elas:


- Esgoto Tratado

- Lixo Mínimo

- Recuperação de Mata Ciliar

- Arborização Urbana

- Educação Ambiental

- Habitação Sustentável

- Uso consciente da água

- Diminuição da poluição do ar
- Estrutura ambiental
- Conselho de meio ambiente, onde os municípios concentram os seus esforços na construção de uma agenda ambiental efetiva.



              Como se pode observar, vários dos itens estão relacionados direta ou indiretamente com a ‘água’ e o município é avaliado todo ano pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente através de critérios que verificam se estão sendo cumpridas as diretivas propostas. Infelizmente, desde que o selo foi criado, Sertãozinho só tem caído no ranking dos municípios que atendem aos requisitos exigidos:



Classificação 2008 - 129º

Classificação 2009 - 184º

Classificação 2010 - 463º


           Mas embora haja muito ainda para se fazer, o Secretário de Meio Ambiente do município, Sebastião Macedo, garante que as providências estão sendo tomadas e em breve também poderemos ser reconhecidos por nosso cuidado com o meio ambiente:
              “O selo do Município Verde Azul exige que se cumpra um ranking de tarefas, uma delas é o tratamento de esgoto. A partir deste ano, quando Sertãozinho começar a tratar o esgoto e também fizer a coleta seletiva de lixo eletrônico, óleo domiciliar e outros, conseguiremos adquiri-lo.” 


EE Anna Passamonti Balardin

1º ano C – Ensino Médio

Água, um desafio urbano III

         A reportagem abaixo foi produzida em 2011, pelos alunos do 1º ano do Ensino Médio da EE Anna Passamonti Balardin para o 6º Concurso Literário da Água de Sertãozinho. Hoje esses alunos  estão concluindo o EM, mas antes de nos deixarem vamos rever o texto e avaliar o que mudou nos últimos dois anos.

Do aquífero para a torneira



        Muitos não sabem nem mesmo como a água chega até sua torneira. Bem, Sertãozinho retira água do Aquífero Guarani, em um processo não muito simples. A água é retirada de poços tubulares profundos, com 200m à 400m de profundidade. Em Sertãozinho temos 20 poços.
         A dificuldade é que, como é água subterrânea, existe o processo de escavação e quanto mais profunda a água estiver mais caro fica e mais difícil de chegar até ela. Outra dificuldade é a rede de abastecimento, pois mais se retira água do aquífero do que ele consegue se reabastecer, por isso seu nível só tem baixado, nos últimos anos.
        A água sai do tubo e passa por outro, por debaixo da terra, que a conduz até o reservatório com capacidade para um milhão de litros. Neste tubo, antes de entrar no reservatório, é adicionado o cloro, que serve para prevenir contaminações e o flúor, que previne a cárie.
      Um poço consegue abastecer até bairros bem distantes, prova disto é que Sertãozinho tem 20 poços mais que 20 bairros. O poço do Jd. Bandeirantes é o mais profundo da cidade, com 408m e produção de 205m3/ hora.
         Há três tipos de cloro: O cloro líquido, cloro sólido e cloro gasoso. Ao abrimos nossa torneira, quando a água sai branca, muitas pessoas dizem que é cloro e às vezes acabam nem tomando. Na verdade são gases e não cloro, a quantidade do cloro na água é muito pequena, e mesmo que essa quantidade aumentasse, a água ficaria amarela e não branca. Os gases que deixam a água branca por causa da pressão com que chega às nossas casas.
         "A qualidade da água do Aquífero Guarani já é boa. Por ser água subterrânea há poucas chances de contaminação. Assim, não há na água de Sertãozinho nenhuma substância química prejudicial à Saúde", afirma Leandro Espinoza , do SAEMAS.
          Não existem resultados em porcentagem, nem valor exato de quanto se gasta a mais de água em meses da safra na cidade. Mas é correto afirmar que nesses meses o consumo é muito maior, para lavar calçadas, carros, uso de limpeza domésticas. Já nos meses em que chove mais e faz frio, se consome menos água. Engana-se quem pensa que são as piscinas as grandes vilãs do consumo de água, já que na piscina não se troca de água sempre, pois há produtos que servem para manter a água limpa. O que mais gasta água são as descargas, a limpeza doméstica e o pior: as goteiras. Uma torneira gotejando o dia todo gasta mais de 10 litros de água.
       Temos no mundo 95,5% de água de água salgada; apenas 2,5% de água doce, mas 68% desta água é congelada. A maioria da água líquida é subterrânea, ou seja, temos menos de 1% de água potável disponível no mundo. Devemos economizar água diariamente, a conscientização não pode se restringir a datas ecologicamente corretas. Só assim preservaremos a água potável para que ela nunca se acabe.
EE Anna Passamonti Balardin
1º ano F – Ensino Fundamental

Visita à Escola Ambiental




Escola Ambiental Clóvis Badelloti

(16) 3491-7118
escolaambiental@sertaozinho.sp.gov.br


Entrevista com a Diretora da Escola Ambiental: 
Lucília Macedo Mandu Tremiliosi

Como surgiu a idéia de criar a escola em forma de uma árvore? Por que a escola recebeu o nome de Clóvis Badelloti?
O formato  de uma árvore é para despertar nos alunos o respeito pela sustentabilidade, e também para lembrar a importância das árvores. As raízes são a entrada da escola, o tronco é o corredor e a copa é onde nós realizamos as atividades. O nome dado à escola foi em homenagem ao Sr.Clóvis Badelloti que é uma pessoa muito importante para Sertãozinho; ele desenvolveu muitas atividades plantando árvores na cidade toda, mas infelizmente ele sofreu um acidente e hoje se encontra acamado. Ele foi muito importante em relação à arborização de Sertãozinho, então por conta disso a escola recebeu este nome justamente para homenageá–lo.

Durante a semana algumas crianças visitam a escola e aprendem a plantar. O que é feito com essas mudas?
Existem alguns projetos que nós desenvolvemos aqui na escola como a visita temática  onde os professores aqui da escola falam sobre as plantas, explicam o desenvolvimento; os alunos levam normalmente para casa ou para a escola e lá eles fazem o trabalho de observação do desenvolvimento das plantas. Eles não plantam só arvores, mas também mudas de hortaliças; quando esta atividade é realizada eles  plantam as hortaliças dentro de um recipiente e aqui desenvolvem um trabalho de hortas. Quando eles plantam e querem deixar aqui na escola, normalmente usamos ou doamos para a população.

Aqui na escola podemos observar que há bastante variedade de plantas. De onde são retiradas as sementes que são plantadas aqui na escola?
Normalmente ganhamos muitas mudas e plantas; depois fazemos a multiplicação dessas espécies. Muitas plantas vêm do viveiro de mudas que temos aqui, ou do viveiro municipal de Sertãozinho, algumas sementes compramos. Todas as plantas que vêm pra escola tentamos multiplicar para doar, para poder plantar, para passar para outras escolas.

Ainda existe o projeto “ Horta Domiciliar” na Vila Garcia?
Já cheguei a participar há 2 anos atrás do projeto horta em que ensinávamos as pessoas a realizarem uma horta em parceria com o Sesi, isso ocorreu em 2010. Agora não sei se ainda existe este projeto, a escola ambiental não é responsável pela horta domiciliar de lá. Talvez as próprias entidades de lá poderiam informar se ainda existe o projeto.

Quando as verduras já estão boas para colher o que é feito com elas?
As verduras da nossa horta são doadas para entidades, asilo, orfanato, entidades que precisam. Algumas verduras as crianças vem aqui e acabam levando para a escola, algumas são doadas para a escola ,mas normalmente elas são doadas para entidades, a horta daqui funciona como uma demonstração de como fazer uma horta orgânica sem a utilização de produtos químicos e tudo que produzimos aqui doamos.

De que forma a água é utilizada aqui na escola?
Nós trabalhamos aqui a questão do consumo conscientizado  da água, nós temos a caixa de retenção da água da chuva. Quando chove esta água é retida dentro de uma caixa e utilizamos para regar os jardins, lavar os pátios, barracões. A água que consumimos é água potável, mas aqui estimulamos tanto os funcionários como os visitantes quanto ao uso consciente  da água.

A visita aqui na escola é aberta para qualquer pessoa da população?
Sim, as visitas escolares nós pedimos para agendarem, então as escolas ligam aqui deixamos agendado e preparamos a escola para receber as crianças. Recebemos escolas particulares, municipais, estaduais que queiram vir até aqui. Todas as redes educacionais e projetos podem agendar as visitas. A população pedimos que liguem antes, porque às vezes pode ter visitas aqui e não dá pra dar atenção toda para eles, mas está aberto para toda a população em geral.

Foram feito brinquedos com  objetos recicláveis, esses brinquedos serão enviados para a escola ambiental. De que forma eles serão ultilizados?
Na visitação das crianças na escola, existe um momento de recreação neste momento as crianças poderão utilizar esses brinquedos para se divertirem.



Grupo Flores - 3ºC




20/04/2013

Receitas bem aproveitadas

Bolo de laranja com casca 

Ingredientes da massa

5 ovos 
2 xícaras de açúcar 
2 colheres de óleo 
2 xícaras de farinha de trigo 
1 colher de pó royal 
1 xícara de suco de laranja 
casca de uma laranja (obs: não colocar muito pois fica amargo) 

Ingredientes da calda

1 xícara de suco de laranja
1 xícara de açúcar 
coco ralado a gosto 

Modo de Preparo:

Pique a casca da laranja e reserve, bata os ovos na batedeira com o açúcar até formar um creme, então coloque o óleo, desligue e acrescente o trigo, o pó royal, o suco e a casca da laranja. Deixar bater até formar uma massa homogênea. Coloque para assar por aproximadamente por 40 minutos. 

Calda: Coloque todos os ingredientes e deixe ferver até formar uma calda grossa coloque sobre o bolo e acrescente o coco ralado. 


Bolo de bagaço de milho

Ingredientes
3 ovos
3 xícaras de bagaço de milho (sobra do milho 
coado para curau, por exemplo)
1 xícara de leite
2 colheres de margarina
1 colher de fermento
2 xícaras de farinha de trigo
2 xícaras de açúcar

Modo de Preparo
Bata tudo no liquidificador e leve para assar.



Bolo de casca de banana

Ingredientes

Massa:

4 unidades de casca de banana

2 unidades de ovo
2 xícaras de leite
2 colheres de margarina
3 xícaras de chá de açúcar
3 xícaras de chá de farinha de rosca
1 colher de sopa de fermento em póCobertura:
1/2 xícara de chá de açúcar
1 xícara e 1/2 de chá de água
4 unidades de banana
1/2 unidade de limão


Modo de preparo
Lave as bananas e descasque. Separe 4 xícaras de casca para fazer a massa. Bata as claras em neve e reserve, na geladeira. Bata no liquidificador as gemas, o leite, a margarina, o açúcar e as cascas de banana Despeje essa mistura em uma vasilha e acrescente a farinha de rosca. Mexa bem. Por último, misture delicadamente as claras em neve e o fermento. Despeje em uma assadeira untada com margarina e farinha. Leve ao forno médio pré- aquecido por aproximadamente 40 minutos.

Para a cobertura:


Queime o açúcar em uma panela e junte a água, fazendo um caramelo. Acrescente as bananas cortadas em rodelas e o suco de limão. Cozinhe. Cubra o bolo ainda quente.
Dica banana é rica em potássio.


Torta de casca Mamão Papaya com Licor 

Ingredientes
1 pacote(s) de biscoito maisena moído(s)

1/2 xícara(s) (chá) de margarina

Creme
1/2 unidade(s) de mamão papaya
1 1/2 xícara(s) (chá) de sorvete de creme
1/2 xícara(s) (café) de licor de cassis


Modo de preparo

Para a massa: Misture tudo até formar uma farofa.
Aperte essa farofa num refratário redonda, cobrindo o fundo e os lados e leve ao forno médio-quente por 10 minutos. Retire e deixe esfriar. 

Para o creme: Deixe o mamão papaia no freezer por uns 20 minutos. Retire e, usando uma batedeira na velocidade media, misture com o sorvete de creme por aproximadamente 1 minuto. Regue o fundo da massa da torta com um pouco do licor. Coloque, o creme de sorvete com mamão papaia por cima. Leve a gelar por no mínimo uma hora ( não mais que 3 horas, para não criar uma crosta durinha). Na hora de servir, regue com o restante do licor. Sirva gelado.

Pavê de casca de frutas

Ingredientes
2 xícaras de casca de maçã
2 xícaras de casa de pera
2 xícaras de casca de banana
2 pacotes de bolacha de maisena
Meia barra de chocolate meio amargo
Modo de preparo
Lave bem as casca das frutas e triture todas juntas no liquidificador e reserve. O chocolate já deve estar derretido. Em uma panela despeje as cascas de frutas no chocolate, mexendo bem até engrossar,
em outra vasilha monte o pavê do jeito que você quiser alternando com as bolachas. Leve a geladeira por 2 horas.

Bom apetite.



Grupo Árvores, 3ºC




Veja a atividade proposta






A diretora Marinet, 
experimentou 
e aprovou as receitas.

19/04/2013

A realidade da coleta seletiva em Sertãozinho

  
Lixeiras no pátio da escola Balardin
     
    Hoje, praticamente em todas as escolas, supermercados, hospitais e algumas praças, existem lixeiras de coleta seletiva identificadas por cores sendo: verde para vidro, amarelo para metal, vermelho para plástico e azul para papel. No entanto são totalmente inúteis, a começar  pelas lixeiras verdes nas escolas pois não há vidro para ser jogado nelas.

   Apesar desse incentivo à separação do que é reciclável e não-reciclável, quando os lixeiros recolhem esse lixo selecionado ele é misturado com os demais tipos de lixo no caminhão.


    Segundo o secretário municipal do Meio Ambiente, Carlos Alexandre Ribeiro Gomes, os resíduos recolhidos em Sertãozinho vão para um aterro sanitário na cidade de Guatapará, onde o lixo não é separado como deveria ser.
    Se houvesse mais cooperativas de reciclagem e um aterro sanitário fixo em local apropriado, a prefeitura não gastaria o valor mensal de R$ 1.581.777,95 mandando nosso lixo para outro município. São R$ 44,57 por tonelada ou R$ 18.981.335,40 ao ano. Porém, não é aconselhável      construir um aterro sanitário em Sertãozinho, porque o município está em cima do Aquífero Guarani. Então a solução é diminuir a quantidade de resíduos enviados ao aterro reciclando tudo que for possível.



     Muitas famílias protestam contra um aterro "provisório" de Sertãozinho, que está perto da Granja Sertanejo na rodovia Maurílio Biagi. De acordo com o engenheiro da CETESB, Graudnauer, o local é utilizado para armazenar o lixo doméstico de Sertãozinho por um curto período, até que caminhões contêineres, maiores que os de coleta, levem os materiais para o aterro sanitário em Guatapará.
   Temos a CONSERTA - Cooperativa dos Recicladores de Sertãozinho, que fica na rua: Olidair Ambrósio, 3477 no bairro Jd Alvorada, a cooperativa recolhe qualquer lixo reciclável.
    Segundo o Jornal Oficial de Sertãozinho do dia 19 de abril de 2012, a coleta seletiva na cidade abrange cerca de 8% dos resíduos sólidos, a cooperativa informou que recebe 10% do lixo coletado, já o secretário do Meio Ambiente diz que 25% do lixo reciclável é enviado para a cooperativa. Seja quais forem os reais percentuais, ainda é pouco para o município.
    Depois da entrevista concedida ao grupo Samambaias (3ºC), o secretário Carlos Alexandre prometeu que em todas  as segundas-feiras o caminhão da cooperativa passará recolhendo o lixo reciclável separado na escola Balardin.
     Com o caminhão da coleta seletiva realmente passando na escola, enfim os latões coloridos servirão para alguma coisa.

Grupo Mandrágora - 3ºB

Bag para acondicionar resíduos recicláveis





- Jornal Oficial de 19/04/2012 que traz um relatório completo sobre a gestão de resíduos sólidos no município de Sertãozinho. 
Organização dos serviços afetos a limpeza urbana e resíduos sólidos, da ótica da operação
a partir da página 37)

Jornal oficial sertãozinho_lixo from Silmara Colombo

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